A greve dos funcionários dos museus e institutos dependentes do Ministério da Cultura, que decorreu no fim-de- semana da Páscoa, rondou os 75%, revelou segunda-feira à agência Lusa o Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública.

Sem precisar quantos museus estiveram de portas fechadas, o porta-voz do sindicato, Vítor Ricardo, afirmou que a paralisação, realizada entre sexta-feira e domingo, "decorreu dentro das expectativas", com uma adesão de cerca de 75 por cento.

De acordo com o Ministério da Cultura (MC), que forneceu apenas os dados referentes aos museus dependentes do Instituto Português de Museus, a greve contou com uma adesão de cerca de 35% dos funcionários.

Segundo dados do MC, dos 190 recepcionistas, vigilantes e guardas efectivos nos museus do IPM, 68 fizeram greve - balanço que exclui os museus de Lamego e Monográfico de Conímbriga, por falta de dados.

Segundo a tutela, apenas quatro dos museus nacionais estiveram fechados, com uma adesão total dos trabalhadores, como foi o caso do Museu de Abade de Baçal, em Bragança.



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